Big Brother – Duplo Impacto: o comentário

Big Brother – Duplo Impacto: o comentário


Alô, leitor! Sê bem-vindo àquele artigo que quase toda a gente irá julgar, porque “Os Reality shows são uma perda de tempo”, porém, se és dos meus, fica comigo para partilharmos todas as fofocas deste novo Big Brother – Duplo Impacto.

Finalmente, temos, neste formato, uma dupla de apresentadores – a veterana Teresa Guilherme, que está praticamente em casa e o Cláudio Ramos, a imitação barata do Manuel Luís Goucha. A animação e química destes dois são mais que suficientes para preencherem os nossos domingos. Como não há dois sem três, contamos também com a presença da toda-poderosa Ana Garcia Martins. Assim sendo, temos então a nossa adorada Pipoca, nada mais nada menos que a melhor comentadora que alguma vez pisou aquele estúdio: sem quaisquer filtros, a impiedosa comediante diz tudo o que pensa sem culpa, nem misericórdia, o que tende a suscitar diversos conflitos, mas tudo a seu tempo.

Chegámos à minha parte favorita, onde vos irei fazer uma apresentação de todos os sortudos que habitam a casa mais vigiada do país.

Em primeiro lugar, uma salva de palmas para a melhor concorrente desta edição, a nossa Joaninha! Não, não me refiro à senhora madura com uma tatuagem no pescoço! Falo da nossa beta, que, para uma beta, sabe jogar soberbamente e até encontrou o seu “novo amor” na casa (que, sinceramente, para mim não o é, mas quem sou eu?). Partindo do princípio que betas não mentem, a Joana está apaixonada por Bruno Savate, um senhor alto, musculoso, elegante e respeitoso, tudo o que uma mulher deseja! Pena que esteja a descrever, não o Savate, mas o Quinaz, ups… Ou talvez poder-me-ei ter confundido com o antigo Bruno do Secret Story, porque definitivamente não são a mesma pessoa.

Não há dúvidas que Savate se revelou um grande jogador neste Big Brother, onde a sua melhor arma é a ironia (pena que já nos começa a cansar…).

Seguidamente, diretamente de Tavira para a Ericeira, temos a Noélia, que deve estar neste momento a limpar os cantos à casa. Esta nossa vizinha, quer queiramos, quer não, tem de ser respeitada por todo o seu trabalho como dona de casa: é adorada pelo publico e pelos restantes concorrentes, a meu ver, não pela qualidade do seu jogo, mas por realizar todas as tarefas domésticas que nenhum dos outros concorrentes aparenta estar habituado a fazer. Está, então, concluído o “trio da mesquice”.

Passo agora a descrever as nossas veteranas no que toca a Reality shows, Sofia e a Bernardina:

Primeiramente, temos a Sofia, a tal “mãe guerreira”, cúmplice da avó Teresa. Tal não é o tamanho desta cumplicidade, que Teresa acaba por desistir deste Duplo Impacto para evitar morar na mesma casa que a nora. Será esta cumplicidade assim tão grande? Ou será apenas para a filha não reparar que a mãe e a avó não se suportam? O que acham?

Chegou a parte de tirarem bilhete, Bernardina. E peço um forte aplauso, porque esta concorrente entrou na casa como nova! E eu a pensar que, para além da mais que suficiente dose de berraria que o Cláudio nos proporciona, ia ter de “gramar” com a Bernardina, no entanto, esta revelou estar como um caracol no jogo: calma e recolhida, só saca a cabeça para fora quando ouve cantar.

Para finalizar o meu comentário, deixei as partes mais aborrecidas para o fim, as nossas 4 “plantas”:

Como planta carnívora, temos a nossa Sónia, cheia de mania que é engraçada e que, quando se enerva, vira Mc Melody com os seus gritos.

Seguidamente e como planta medicinal, é a Jéssica Fernandes, que veio para curar as feridas dos restantes concorrentes com o seu fado barato.

O papel de planta suculenta tenho de atribuir à lindíssima Jéssica Nogueira, que, apesar linda por fora, quando abre a boca, não sai nada de jeito.

Por último e menos importante, temos a nossa planta de decoração, o Edmar. De facto, o concorrente ainda não teve muito tempo para se revelar, mas também é facto que ninguém quer saber.

Dou por finalizado o meu comentário. Sintam-se à vontade para partilhar a vossa opinião nos comentários!

“É tudo *pausa dramática* por agora”.

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